I
Ainda que a razão você me furte
Me obrigo agora a explicar
Um amor que é feito iogurte
Desafia o limite para amar
II
Na mesa que se faz o desjejum
Na bebida que me faz apenas um
A embalagem se apresenta por vazia
Olho de lado e afasto-a na pia
Vamos em frente ao suco e o café
Parece bom matarmos esta sede
Transar a vida para se manter de pé
Mas repare agora que escorre na parede
O amor nos mostra outra fé
E somos nós deitamos numa rede
III
Ainda que me culpe o coração mole
Vendo em nós os derivados do leite
Nossa embalagem sempre há um outro gole
É bem justo que se aproveite
bk
bk
3 comentários:
soltei um riso no final
good thing, i guess
com toda certeza e incerteza
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