Quisera eu, um dia, descrevê-los
Vivo apenas a admirá-los
Por ora, escorrem-se os cabelos
Soberanos, hajam tantos abalos
Encontrá-los, esbarra-se o talvez
Já que por ser grande, será triste
Presumo eu, por Deus, sequer existe
No eterno das relações, perdeu-se minha vez
Iludido, então, volto-me a eles
Todo amor do mundo, sabem
Até que me provem, é só deles
Todo o belo, paixão e esplendor
É certo, neles cabem
Guardado nos teus olhos, meu Amor
Bernardo Kircove
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(Com o perdão do jabá)
2 comentários:
*-*
To acompanhando seu blog de longe, beeem quietinha, mas meo...liiindo esse soneto! hehe tive que me pronunciar!
Parabéééns =)
bjaaaaaao
talvez bonito por ser complexo. ou complexo por ser bem feito e bonito. que seja, muito bonito!
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