segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Soneto dos teus olhos.

Quisera eu, um dia, descrevê-los
Vivo apenas a admirá-los
Por ora, escorrem-se os cabelos
Soberanos, hajam tantos abalos

Encontrá-los, esbarra-se o talvez
Já que por ser grande, será triste
Presumo eu, por Deus, sequer existe
No eterno das relações, perdeu-se minha vez

Iludido, então, volto-me a eles
Todo amor do mundo, sabem
Até que me provem, é só deles

Todo o belo, paixão e esplendor
É certo, neles cabem
Guardado nos teus olhos, meu Amor



Bernardo Kircove

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(Com o perdão do jabá)

2 comentários:

Miah Campos disse...

*-*

To acompanhando seu blog de longe, beeem quietinha, mas meo...liiindo esse soneto! hehe tive que me pronunciar!

Parabéééns =)

bjaaaaaao

Bruna Andrade disse...

talvez bonito por ser complexo. ou complexo por ser bem feito e bonito. que seja, muito bonito!